Os alunos chegam na sala de aula e deixam os celulares
desligados e longe dos ágeis dedos para evitar a distração. Quando o professor
começa a explicar sobre cartografia pede que os estudantes peguem os aparelhos,
abram o Google Maps e explica os conceitos na prática. Ao discutir um livro de
Machado de Assis, a tarefa é um vídeo feito todo em celular com uma releitura
do clássico. Esses exemplos do uso do smartphone estão longe de ser novidade em
algumas escolas catarinenses, mas devem ser ainda mais replicados daqui para
frente, já que um projeto de lei em tramitação na Alesc autoriza o uso do
aparelho em sala de aula para fins pedagógicos. Atualmente uma lei estadual
proíbe os celulares nas salas de aula catarinenses.

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